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A Cidade de Viseu

A Cidade de Viseu tem uma posição quase central em relação ao Distrito e ao Município localizando-se no designado “Planalto de Viseu”. Envolvida por um sistema montanhoso constituído a norte pelas Serras de Leomil, Montemuro e Lapa, a noroeste a Serra do Arado, a sul e a sudoeste as Serras da Estrela e Lousã, e a oeste a Serra que mais directamente influencia esta área, a do Caramulo.
O Município caracteriza-se por uma superfície irregular com altitudes compreendidas entre os 400 e os 700 metros. Tem uma superfície de 507,2 km2 e 93.502 habitantes (Censos 2001).
Com um relevo acidentado apresenta numerosos cursos e linhas de água. De um modo geral estes organizam-se em três bacias: a do Vouga, a do Dão e a do Paiva. Outros existem, de menor caudal mas com certa importância, rio Pavia e rio de Mel.
Situado numa zona de transição, o Concelho apresenta um conjunto de microclimas. A Serra do Caramulo, localizada a oeste do Concelho, assume um papel de relevo em termos climáticos ao atenuar as influências das massas de ar de oeste (embora o vale do Mondego facilite a sua penetração). Assim, o clima de Viseu caracteriza-se pela existência de elevadas amplitudes térmicas, com Invernos rigorosos e húmidos e verões quentes e secos.
A maior extensão do Município é composta por granitos, sendo esta rocha a principal responsável na formação dos solos existentes. Em menor percentagem ocorrem formações quartezitas e gneisses do Pré-Câmbrico e arcaico.
Viseu, berço de D. Duarte, é eloquentemente um Município no Coração de Portugal que se projecta num futuro promissor.
Cidade na horizontal, de ar lavado, de múltiplos referenciais que fazem História, deitada no verde da Beira, é, cada vez mais, uma cidade viva.
Bem mais acessível, de há uns anos a esta parte, tem potencialidades para ser cada vez menos “interior”, cada vez mais próxima do desenvolvimento de um centro “litoral”, devendo preservar-se a única assimetria regional que emana apenas e só da sua identidade e autenticidade.
Duas horas e meia a separam de Lisboa e Salamanca, hora e picos do Porto e pouco mais de meia hora da cidade irmã de Aveiro, o que facilita as incursões dos viseenses até à beira-mar.
O incremento do “betão” tornou possível contactos mais fáceis, rápidos e cómodos, mas, confiadamente, as terras de Viriato são muito mais de gentes de acolhimento que de êxodo. Deste sobejam referenciais dignos no Brasil, em África e na Europa. As cores da paleta de Grão Vasco, quentes e calorosas, são o elemento apelativo para atrair e envolver os nossos vizinhos.
Nesta Cidade, capital da vinha e do vinho, onde pontifica o Dão em alegre brinde aos visitantes, que encontrarão mais valorizados os “motivos” de antanho: o conjunto monumental encimado pela Sé, o Museu de Grão Vasco, a Rua Direita, o Rossio, a Cava, as igrejas, os parques verdes e os manjares tradicionais…
Radicados neste passado que nos orgulha, novos “motivos” surgiram, protagonizados pelas entidades públicas e, mormente, pela mão da sociedade civil, extraordinariamente pujante e dinâmica.
Eles são a revitalização da actividade económica da Zona Histórica; os diversificados equipamentos de lazer de metabolismo turístico; o crescimento do ensino superior; o lançamento de novas malhas da rede viária; o pleno abastecimento público; os inúmeros cuidados da saúde ambiental do concelho; os cuidados de assistência médica, melhorados com o Hospital de São Teotónio; as infra-estruturas culturais e desportivas, como são exemplo o Viriato, Teatro Municipal, a Biblioteca Municipal D. Miguel da Silva, o Multiusos de Viseu, o Campo Viriato, a Ciclovia, o Campo de Futebol de 7, o Campo 1º de Maio e o Complexo de Piscinas num dos pulmões da Cidade, o Fontelo.
A estratégia de desenvolvimento de Viseu vem sendo definida com todas as forças vivas do Município e, como tal, sujeita a acertos e alterações, determinadas pelo pulsar de outras regiões do país e da própria evolução da política europeia.
Viseu está, confiadamente, no bom caminho. Segue, com segurança, os trilhos do progresso e do crescimento harmonioso, baseado do espírito vivo e fraterno das suas gentes que a tornam uma terra onde dá gosto viver.

Fonte: http://www.cm-viseu.pt/

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